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A nova “onda” dos pataxós

Lideranças indígenas engajam-se em projeto de restauração florestal que pretende atingir toda a cadeia produtiva e reverter os estragos causados pela exploração ilegal

Na primeira – e única – baforada, o mundo “girou”. A tontura foi como uma roleta que roda várias vezes até parar no número da sorte grande – sim, a sorte de vivenciar com os nativos um momento de transformações da realidade local. O “cachimbo da paz”, abastecido com capim de aruanda, folha de jurema e resina de amesca, integrava um ritual fechado entre os índios pataxós para proteção contra maus espíritos. Mas a aromática fumaça sagrada tornou-se “produto turístico” e dissipou-se quando as portas das aldeias foram abertas ao assédio dos forasteiros na região de Porto Seguro, litoral sul da Bahia.

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