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Rio Branco - Acre, destaque nacional.

Políticas estaduais de subsídio turbinaram a produção extrativist

O Estado do Acre é atualmente o maior produtor de castanha-do-Brasil , com um volume em 2014 de 13,7 mil toneladas, representando 36% da produção nacional. O resultado é fruto de um processo histórico de incentivos, fortalecido a partir de 2005, envolvendo tanto políticas estaduais de concessão de áreas de floresta para exploração, com a estruturação de usinas beneficiadoras comunitárias e de uma central de comercialização, além da capacitação para boas práticas produtivas. Os números também foram influenciados pela publicação da Portaria 257, da Secretaria de Fazenda do Acre, tributando a saída do produto para outros estados.

O Amazonas situa-se em segundo lugar, com 12,9 mil toneladas (34% do total), depois de ter ocupado a liderança nas safras de 2009 a 2011 e perder o posto devido à baixa produtividade dos castanhais após esse período.

O Estado do Pará, que registrou 7 mil toneladas, ou seja, 18% da safra brasileira, é hoje o terceiro principal produtor, embora no início da década de 1980 tivesse ocupado o primeiro lugar, com o triplo da produção atual. Os incentivos governamentais para a expansão das atividades agropecuária e madeireira acarretaram em grandes desmatamentos nas regiões castanheiras, reduzindo em muito a produção paraense.

Os três estados amazônicos – Acre, Amazonas e Pará – concentram 89,3% da produção brasileira. Dentre os municípios produtores, Brasiléia, no Acre, localizado na fronteira com a Bolívia, ocupa a liderança, como 3,5 mil toneladas de castanha extraídas da floresta em 2014, seguido de Rio Branco, também no Acre, com 2,3 mil toneladas.

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