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São Paulo (SP) - A moda é circular

A cenógrafa e figurinista Lu Bueno jamais imaginava que lidar com a enorme tralha de tecidos usados nos espetáculos renderia uma ideia inovadora capaz de virar negócio, muito menos que ele pudesse rapidamente prosperar oferecendo alternativas mais sustentáveis ao mercado. Com cabeça no mundo artístico, as ousadias de criação se restringiam ao palco. Mas uma conjugação de inquietudes e o despertar para a lógica da economia compartilhada, na qual o que é problema para uns pode ser solução para outros e no final todos saem ganhando, culminaram na concepção do Banco de Tecido – start-up de comércio em rede que se desenvolve no rastro de temas bastante pró- ximos do cotidiano: moda e resíduos urbanos.

 

Leia na íntegra: https://drive.google.com/file/d/0B-GebVA4VIbIaGwtMWZQZWJWSzg/view?usp=sharing

A cenógrafa e figurinista Lu Bueno jamais imaginava que lidar com a enorme tralha de tecidos usados nos espetáculos renderia uma ideia inovadora capaz de virar negócio, muito menos que ele pudesse rapidamente prosperar oferecendo alternativas mais sustentáveis ao mercado. Com cabeça no mundo artístico, as ousadias de criação se restringiam ao palco. Mas uma conjugação de inquietudes e o despertar para a lógica da economia compartilhada, na qual o que é problema para uns pode ser solução para outros e no final todos saem ganhando, culminaram na concepção do Banco de Tecido – start-up de comércio em rede que se desenvolve no rastro de temas bastante pró- ximos do cotidiano: moda e resíduos urbanos.

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